Esta informação, foi partilhada hoje, no anfiteatro da Universidade Zambeze, na Beira, no âmbito da abertura do Ano Judicial, que se celebra sob o Lema: “50 anos construindo o Poder Judicial Nova era, Novos Desafios”, que contou com a presença de Lourenço Ferreira Bulha, Governador de Sofala, que defendeu na ocasião a necessidade criação de tribunais intermédios para descentralização e que cada cidadão tenha acesso rápido e a custos razoáveis à justiça.

António Mario Charles, Juiz Presidente do Tribunal Judicial da Província de Sofala disse ter entrado no ano transato 15.183 processos, tendo findado 12.803 e transitaram 14.882 processos, um decréscimo em 14,5%, quando comparado com o ano 2023, destacando-se com maior demanda, processos de alimentos devido a menores, acções de impugnações de despedimento, acção executiva ordinária e entre outros.

E a Secretária do Estado, Cecília Chamutota durante o seu discurso disse que o presente ano judicial de 2025, deve ser um ano, de reflexões profundas sobre os 50 anos que passaram para tornar a justiça mais acessível, eficientes e alinhada com os princípios de equidade.

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